quinta-feira, 1 de abril de 2010

MICROSCOPIA DE CAMPO ESCURO



Em referência a matéria do Fantástico de março/2010 sobre a Microscopia de Campo Escuro, o Sr. Cosmo F. Pacetta, terapêuta holístico que trabalha com esta metodologia há quase 10 anos, escreveu este artigo esclarecendo algumas questões sobre o tema.


Uma colher de café de bicarbonato de sódio após as principais refeições pode modular o meio acidótico do sangue afirma o Dr. Simoncini, doutor Italiano especializado em oncologia, diabetologia e em desordens metabólicas.
Um simples bicarbonato de sódio? Sim, e pode regularizar o pH sanguíneo na casa dos 7.65, assim qualquer fungo ou bactéria se inviabiliza. Na verdade o Doutor Simoncine demonstra com dados científicos em seu livro "O Câncer é um Fungo" (http://www.cancerfungus.com/) que o câncer trata-se do desenvolvimento de uma causa fúngica que ocorre por desordenação replicativa.
Um dos principais métodos de análise para que o Dr. Simoncine cheguasse a esta conclusão é simples e não requer situações laboratoriais complexas.
Menos de uma gota de sangue em uma lamina e um microscópio de campo escuro Dark Fiel Microscopy é suficiente para poder detectar situações com as quais o Doutor Professor Italiano se depara todos os dias.

Esse método não serve apenas para identificação de situações graves, mas principalmente pela possibilidade de, por meio da análise, proporcionar uma melhor manutenção da saúde.
Entretanto a realização desse simples método “analítico” não é permitida aos médicos aqui no Brasil, pelo CFM - Conselho Federal de Medicina!
Por quê?
Penso que entre várias razões ocultas, realmente os médicos que não se formaram e estudaram profundamente este método não possam mesmo realizá-lo e somente deve ser feito por quem realmente passou por um estudo aprofundado, treinamento e formação para tal, entretanto, ainda estamos no início deste conhecimento em nosso país.
Por outro lado, existem interesses imperscrutáveis, cujos quais poderiam ser afetados por quedas assombrosas de faturamento de fármacos caríssimos, caso o conhecimento correto desse estudo fosse disseminado entre profissionais sérios da área da saúde, médicos ou não, realmente
interesses poderosos e ocultos agem para a desmoralização do Dark Field Microscopy. Vejamos:
Em muitos estudos, assim como o do Dr. Simoncine, segue-se a linha de raciocínio de que não é necessário MATAR o fungo ou MATAR a bactéria, basta MUDAR o TERRENO BIOLÓGICO em que ela se desenvolve de forma preventiva e sistemática.
A convivência pacifica entre bactérias e fungos é normal na natureza há milhões de anos, porém, quando valências desses fungos e bactérias encontram condições propícias para se reproduzirem e se desenvolverem instala-se a desordem, inicialmente no plasma sanguíneo e posteriormente nos órgãos e suas respectivas células e que podem provocar os "disparos genéticos pré programados" incluindo-se uma patogenicidade bacteriana ou fungica levando a pessoa a uma doença.
Esse processo equivocado da atual medicina para destruir bactérias e fungos, via antibióticos, parece estar se esgotando, pois os micro organismos estão aprendendo a se defender de “ataques” e os antibióticos estão praticamente se tornando sem efeito.
Essa linha de pensamento médica científica que utiliza atualmente antibióticos de expressão genética para matar os microorganismos vem dos idos de Louis Pasteur, que desenvolveu a teoria dos germes.
(http://www.medicinacomplementar.com.br/tema7_0109.asp).
Debalde todo beneficio que nos trouxe Pasteur, lamentavelmente instalouse a visão "monomórfica" defendida por ele, onde a bactéria/fungo não se desenvolve, já estão prontos na natureza, não se modificam e uma vez identificados precisam ser "destruídos" quando instalados endogenicamente em nosso corpo.
Na outra ponta, na mesma época, um cientista conterrâneo de Pasteur, totalmente desconhecido por nós cujo nome era Antoine Béchamp, postulava uma visão diametralmente oposta, o que lhe custou o ódio de Pasteur e a perseguição implacável dos poderosos de então.
(http://en.wikipedia.org/wiki/Antoine_B%C3%A9champ )
Em 1870, Béchamp postulava justamente o oposto de Pasteur e defendia que as bactérias evoluem e se transmutam (Hoje sabemos como, ou seja, pela modificação da bactéria ou fungo via processo mutagênico do DNA nuclear pelo RNA-m) em valências mais agressivas, dependendo do meio (terreno biológico) em que vivem, porém, uma simples modificação do
terreno acidótico simplesmente inviabiliza a existência de uma infinidade de microorganismos, pois não permite terreno de reprodução das bactérias e fungos.
Por que nunca ninguém soube nada a respeito de Béchamp e Gunther Enderlein?
Porque não se venderiam remédios, vacinas, etc. Pois já se imaginava lucros mirabolantes e o poder assombroso para as empresas francesas da época que dominassem a produção dos medicamentos para MATAR os germes, ainda hoje o modelo é o mesmo...
Recentemente o Fantástico provocou uma enorme dúvida quanto a seriedade da análise de microscopia de campo escuro, entrevistando péssimos profissionais, que não detinham o conhecimento aprofundado da verdadeira microscopia de campo escuro. Ao leigo, passou-se a impressão de que a microscopia é uma fraude, o que não é verdade, assim como
fizeram com a acupuntura alguns anos atrás, entrevistando péssimos profissionais.
A microscopia de campo escuro pode identificar sim, fungos, bactérias e germes em geral porque eles vivem também no sangue, e propor uma correção biótica no ser humano como forma coadjuvante no tratamento tradicional de patologias, mas poucos no Brasil têm essa visão e capacidade analítica.
Enquanto a preocupação de alguns médicos ortomolecurares, nem todos obviamente, é puramente vender vitaminas pois erroneamente somente analisam as hemácias como indicativo dessa necessidade, a verdadeira microscopia de Campo Escuro originária dos estudos de Béchamp, continuada pelo estudo do Dr. Gunther Enderlein na Alemanha e
atualmente muito desenvolvida nos EUA pelo Dr. Michael Coyle é utilizada seriamente como forma de análise para proposição de várias terapias complementares.
O sistema analisa o fundo plasmático ou os espaços entre as células e sugere mediante a observação de microorganismos catalogados e estudos desde 1870, medidas simples, eficazes, seguras e extremamente acessíveis, como é o caso do bicarbonato de sódio acima citado, do azeite de oliva, das folhas de oliveira, da linhaça, etc.
Entre inúmeras possibilidades nutricionais e naturais para a melhoria da saúde, a análise verdadeira da microscopia trás em seu bojo a orientação conjunta de terapias alternativas.
Aos charlatões de plantão, que sempre existiram em todas as áreas, incluindo-se a área médica, não interessa o estudo mais aprofundado sobre tema, pois desconhecem a ciclogenia bacteriana e as mutações, por não ser disciplina acadêmica, portanto, é completamente desconhecida, e não é
porque são médicos ortomoleculares ou não, que podem deter todo e qualquer conhecimento, antes é necessário uma imersão no tema. Um exemplo é a Física Quântica que é interpretada por muitos Físicos tradicionais como "maluquice", logo sem a devida acuidade no assunto,
confusões podem se estabelecer e estudos sérios podem ser levados ao descrédito.
Muitos profissionais da saúde, entretanto, se aproveitam da falta de conhecimento dos pacientes, pois é necessária uma especificidade no tema e esta especificidade levaria anos de estudos, para esses, que buscam o "lucro" rápido no "modismo das terapias", tal "morosidade e investimento"
inviabilizariam retornos emergentes oferecidos pelo "momento".
Lamentavelmente muitos profissionais da saúde buscam por "cursos rápidos" em microscopia de campo escuro, onde os objetivos destes instrutores são, na verdade, a venda de microscópios com capacidade duvidosa, dada à falta de conhecimento do profissional da saúde com o equipamento e pouco se importam com a fundamentação científica e metodológica do assunto tão extenso e sério. O resultado é a tragédia nas entrevistas dadas aos jornalistas do programa Fantástico de março de 2010.
Assim, fica muito fácil para o poder midiático, que muito provavelmente parece estar atendendo a interesses das grandes companhias e corporações, desmoralizar a microscopia, realizada por péssimos profissionais da saúde, sem um aprofundamento maior, nos mesmos moldes do que ocorreu num passado recente com a Homeopatia, uma ciência bicentenária.
Se os médicos NÃO PODEM realizar a análise de microscopia, melhor para os terapeutas sérios, que podem sim ter a formação de administradores, contadores, etc., e que tem a terapia holística como mais uma fonte de renda devidamente legalizada e amparada pela CLT.
Quantos médicos têm atividades paralelas e nem por isso desmerece o trabalho sério que desempenham?
No Brasil existem pouquíssimas, diria raríssimas, pessoas gabaritadas a proceder à análise da microscopia de campo escuro com profundidade pelo método de Gunter Enderlein.
Segundo informações a mim passadas, apenas seis pessoas do Brasil se formaram até hoje na FONTE deste conhecimento seguindo a escola de Béchamp, seu sucessor Enderlain e atualmente a cargo do Dr. Michael Coyle, pois o curso de espacialização atualmente somente é realizado em
Pataluma - Califórnia nos EUA.
Este novo entendimento de um conhecimento tão antigo não é apenas uma chave para reconhecer presentemente o que pode estar trazendo desequilíbrios "energéticos" no organismo, é também um instrumento mais valioso para implementar uma abordagem preventiva e holística na saúde do ser.

Cosmo F. Pacetta
Empresário e Terapeuta Holístico.
Autor do livro: "Oliveira a Árvore da Vida"
Formado em: Dark Field Microscopy (Microscopia de Campo Escuro)
pela NuLife Sciencies - Massachusetts -E.

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